e feliz como não posso descrever!!
tudo graças à oração de ontem, à falha que cometi logo em seguida e me demonstrou que, ao contrário do afirmado, a prática não é diária, mas constante, e ao que li logo que acordei, o capítulo de Dominando a Ira e o Ódio, em Dalai Lama, O Budismo Tibetano.
entretanto, lembrei-me da alegria expressa naquela foto de um grupo de monges budistas, pendurada no placard da União Budista Portuguesa, desde os maiores aos mais tenros - deviam ter não mais de dez anos, e tudo no seu olhar e sorriso transmitia uma felicidade intensa.
ora, será assim tão estranho que, cada vez mais, eu sonhe tornar-me um dia uma monja budista? digam-me, para alguém nascido numa família onde nada de nada é considerado "normal", e criado segundo princípios e valores de ética apaixonadamente rectos (perdoem-me o paradoxo, mas garanto que se adequa)?
imagino-me imersa na felicidade constante da prática do Dharma, da meditação e da oração, trabalhando e sorrindo lado a lado com seres em busca da mesma luz, como feliz me senti ontem no meio de outros budistas em progresso na União Budista...
só o tempo o dirá.
alegria